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Paulistano. Apaixonado pela metrópole de SP. Curto cidades, mob. urbana, tecnologia, Linux, DOS, QGIS, dados. Aluno do BPT na UFABC. Escrevo no http://commu.site

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Joined February 12, 2023
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www.caiocesar.org
Meus artigos no COMMU:
www.commu.site/author/caio-c%C3%A9sar

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@caiocco@bolha.us · Mar 08, 2026
Dica aleatória: qualquer sistema operacional que possa o browser Lynx instalado, muito provavelmente, é um sistema operacional que pode acessar recursos entregues via #Gopher. Usa Linux ou BSD e tem acesso ao Lynx? Tente abrir um terminal e rodar "lynx gopher://floodgap.com/" (sem aspas).
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@caiocco@bolha.us · Mar 07, 2026
Como um conjunto típico de disquetes do DOS para um 486 DX-4 sem disco rígido funcionava: - Disco 1: inicialização condicional (uso de menu de inicialização com MENUITEM no CONFIG.SYS e blocos de GOTO no AUTOEXEC.BAT), abrigando utilitários essenciais descompactados, para também servir como boot emergencial; - Disco 2+n, sendo n o último com os arquivos da GUI: interface gráfica, que no caso, era um QuikMenu III com menos arquivos .CHR (fontes) e .BGI (controladores de vídeo), sem papel de parede, sem documentação desnecessária, etc. Uns 2 discos, não lembro de cabeça. E é isso. A partir daí, tudo vira módulo. Sistema boota, os discos são inseridos conforme solicitado e a interface gráfica é carregada. Tudo é descompactado na estrutura na RAM. Múltiplos discos virtuais podem ser criados para não misturar tudo. Se existir um utilitário para copiar o COMMAND.COM ou o 4DOS.COM (interpretador bem mais legal) para um disco na RAM ainda no CONFIG.SYS, melhor. Quando eu brincava com isso, eu não tinha, mas hoje, é só baixar. Com o COMMAND.COM no C: em RAM, a chance de precisar duplicar o COMMAND.COM em vários disquetes ou de precisar voltar a inserir o disco 1 é bastante reduzida.
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@caiocco@bolha.us · Mar 07, 2026
Como é possível montar sistemas efêmeros em DOS? Muito fácil, principalmente se a máquina tiver 8 MB de RAM ou mais. 16 MB de RAM deixa tudo suave. 24 MB ou 32 MB de RAM tornam a situação extremamente confortável. Precisa ter, no MS-DOS 6.22: disco de boot com IO.SYS, MSDOS.SYS, controlador de disco (pode ser o RAMDRIVE.SYS) e gerenciador de memória (pode ser o HIMEM.SYS), (des)compactador. A partir daí, é compactar programas e escrever batch files. Se a máquina tiver uma unidade de CD-ROM capaz de ler CD-RW, então, aí a brincadeira fica ainda mais bonita. De novo: tudo isso está obsoleto, mas como brinquei muito com essas coisas, hoje, usando Linux, MVs, contêineres, sistemas mutáveis e imutáveis, etc., é impossível não lembrar de algumas coisas que eu já tinha quando era criança. Eu já tinha imutabilidade e baixa latência devido aos discos na RAM. Não tinha um unionfs em DOS, mas não precisava: eu compartimentava os discos na RAM, usava variáveis de ambiente e outras técnicas para garantir persistência e transparência. Não havia nenhum arcabouço sofisticado para dimensionar os discos na RAM, mas eu também não precisava, pois sabia criar menus de inicialização no CONFIG.SYS.
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@caiocco@bolha.us · Mar 07, 2026
Imagine a cena. Um gordinho chega com duas caixinhas de disquetes na casa de um amigo, que diz ter um computador velho num canto, mas que ele não inicializa. Ele percebe que o computador é um 486 DX qualquer coisa típico, com placa de vídeo Trident e, aparentemente, um disco rígido morto. Com o primeiro disquete e mais alguns outros, ele inicializa e carrega um sistema em RAM para ver se a máquina funciona estavelmente. Em alguns minutos, o 486 está rodando uma interface gráfica e pode acessar utilitários sob demanda. Basta, então, usar uma ferramenta como o HD-COPY para duplicar os disquetes da primeira caixa para a segunda. Vivi algo parecido quando era moleque. A interface roda em RAM. Cada disquete é um cartucho com um arquivo .MNU que tem ícones para orquestração: descompacta, copia configurações do disquete para RAM, copia configurações da RAM para o disquete e limpa o disco. A interface gráfica ainda tem: gerenciador de arquivos, calendário, agenda telefônica, log de utilização, botão para acesso ao prompt de comando do DOS, visualizador e editor de arquivos de texto e uma pequena linguagem para criar caixas de diálogo que transmitem parâmetros para abrir programas.
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@caiocco@bolha.us · Mar 07, 2026
Uma coisa que eu penso muito também: o segmento de mini-PCs redefiniu completamente as possibilidades de computação desktop e modular. Fabricantes como Beelink, Aoostar e Khadas oferecem diferentes máquinas e acessórios acopláveis, com processadores que vão da série N da Intel até a linha Ryzen AI da AMD. As possibilidades são imensas: o mini-PC pode ser acoplado em diferentes tipos de estações, com diferentes placas de vídeo e periféricos. No caso do Mind Pro da Khadas, há até um combo com tela-doca e teclado, transformando o mini-PC numa espécie de notebook high-end (o processador é um Ultra X9 388H da linha Core da Intel). E, embora o Khadas seja mais voltado para o Windows, no caso da Beelink, por experiência própria com um SER Ryzen 7 (mais barato), não há absolutamente nada que prejudique o uso com Linux. A vantagem da modularidade é que fica bem mais difícil condenar ou encostar máquinas por causa de teclado, touchpad, placa de vídeo com solda fria, display danificado, etc. O núcleo é uma caixinha com poucas partes móveis (a ventoinha, basicamente) e espessura muito mais densa do que vários notebooks que priorizam forma física a eficiência térmica. Todo o resto é trocável.
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@caiocco@bolha.us · Mar 07, 2026
Uma coisa que me deixa muito inquieto é a quantidade de tecnologias interessantes e abertas (ou relativamente abertas) que terminam nichadas. Com o #Windows perdendo protagonismo, eu genuinamente espero que a transformação se aprofunde. Para mim, a convergência do #Android só vai aumentar. Como comentei dias atrás, estou utilizando um tablet Samsung Galaxy Tab S10 FE+ como meu principal computador portátil. Para um sistema com 8 GB RAM, a experiência desktop é bastante satisfatória. E o gerenciamento de janelas é extremamente versátil. Na outra ponta, o #Linux está cada vez mais fácil. Não só mais fácil, mas ficou mais encouraçado para ser instalado com menos riscos, mesmo para usuários que precisam fazer experimentos. O Silverblue é inquebrável. A lista de "boas práticas" é muito curta: layering do mínimo do mínimo, Flatpak para o resto, AppImage para exceções e qualquer uso baseado em pacotes e distribuições quebráveis passa para o Distrobox com Boxbuddy. Recriar um pedaço minúsculo baseado em Distrobox é brincadeira de criança. O sistema-base é resiliente. E tuddo isso se soma a nuvens (privadas e particulares) e Wine/Proton cada vez mais fortes. Futuro é SaaS e SL/CA.
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